Relicário Psicologia by Adriana Ogawa

Quem sou eu

Adriana Ogawa

Psicóloga Clínica, CRP 18/915

Trabalho com sistemas humanos desde 2006. Ao longo desses anos, aprendi que o sofrimento raramente é uma questão isolada: ele acontece dentro de relações, histórias e contextos que precisam ser compreendidos junto com a pessoa.

Adriana Ogawa, psicóloga clínica sistêmica, em seu consultório

Sou psicóloga clínica há mais de 20 anos, especialista em Terapia Sistêmica, com atuação em psicoterapia individual, de casal e familiar. Atendo adolescentes a partir dos 15 anos e adultos, além de realizar Orientação Profissional e de Carreira. Atualmente, estou em formação em EFT, Terapia Focada nas Emoções. Os atendimentos são presenciais, em Rondonópolis/MT, e on-line, no Brasil e no exterior.

Minha trajetória inclui cinco anos de experiência na área organizacional, com foco em recrutamento e seleção e avaliação de perfil, e os anos seguintes dedicados integralmente à psicologia clínica, acompanhando pessoas em diferentes fases e contextos da vida.

Essa combinação é o que considero meu diferencial: integrar a experiência organizacional à atuação clínica oferece uma visão ampla e articulada do comportamento humano. Cada atendimento é conduzido de forma personalizada, buscando uma compreensão aprofundada da personalidade e do contexto de vida de cada pessoa.

Invisto continuamente no meu desenvolvimento pessoal e profissional, como parte do compromisso ético com aqueles que confiam no meu trabalho.

Atuação e representação

  • Presidente da ATFMT, Associação Mato-grossense de Terapia Familiar (gestão 2025/28)
  • Membro do Conselho Deliberativo Científico da Abratef (Associação Brasileira de Terapia Familiar)
  • Co-autora dos baralhos terapêuticos “Perguntas Técnicas para Intervenções Terapêuticas” e “Compreendendo Relacionamentos”
  • Idealizadora da Relicário Psicologia e do projeto Coisas de Casal

A abordagem

O que significa trabalhar de forma sistêmica

A abordagem sistêmica compreende cada pessoa a partir de sua história, de seus vínculos e dos contextos dos quais faz parte. Em vez de olhar apenas para o sintoma isolado, ela considera as relações, como família, casal e trabalho, que participam da construção e da manutenção do sofrimento. É um olhar que amplia possibilidades e favorece novas formas de se relacionar consigo e com os outros.

Na prática, isso muda as perguntas que fazemos. Não é só “o que você sente?”, mas também “em que relações isso aparece?”, “o que se repete na sua história?” e “que lugar você ocupa nesse sistema?”. É um trabalho que produz mudança porque atinge o padrão, não apenas o episódio.

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